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Conselho AS Conselho Março 2018 (2)A CAMINHO DO CAPÍTULO…

Desde 2017, fomos chamadas a nos preparar…

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Etapa 1

Com a Epístola aos Hebreus, considerar o Cristo

Etapa 2                                                     Etapa 2 bis

Reler 2013-2018                                        Reler com os outros

Etapa 3

Eleger as Capitulares

Etapa 4                                                      Etapa 4 bis

Retomar e interiorizar                               Entrar na oferenda de nós mesmas

Etapa 5

Escrever para as Capitulares

Etapa 6 

Orar pelo Capítulo

Etapa 7                                                    Etapa 7 bis

Viver o tempo do Capítulo                      Receber e entrar na dinâmica do Capítulo

 

            ETAPA 1

            (de abril a Junho 2017)

Considerar o Cristo

Leitura pessoal da Epístola aos Hebreus, meditação da Palavra escutada e partilhada em comunidade, intercomunidade e com Leigos/as.

PELA FÉ…

(Texto composto pelas irmãs em Assembleia, inspirado em Heb 11)

– Pela fé, as irmãs deixaram a missão de Utinga para permitir às irmãs africanas de cuidar da casa dos Idosos, ao apelo do bispo da diocese.
– Pela fé, as irmãs (Renata, Helena, Vilma) aceitaram de se inserir em Wagner, lugar mais pequeno, mas difícil, com uma presença muito forte de protestantes.
– Pela fé, Renata participou da pastoral dos sem-terra. Todas as semanas gostava de visitar os acampamentos perto de Wagner.

– Pela fé, Cecilia se doou com coragem e perseverança nos presídios de Salvador
– Pela fé, Marie-Thé não deixou de ir ao encontro das pessoas, com grande desejo de se comunicar, apesar do desafio da surdez.
– Pela fé e confiança em Deus, Mare, Carminha, Cirlene, Iolanda, Marcia, Debora e Vilma se doaram na Congregação, discerniram seus caminhos e vivem a sua consagração batismal engajadas na Igreja.

– Pela fé, Michèle Dehove se arriscou em terras desconhecidas, aceitou a missão de mestra de noviças, depois trabalhou como secretaria nas torres de La Defense, foi enviada como ‘pároco’ em Nanterre e como ‘vovó’ em Cergy. Foi depois para Rue Lemercier e agora aceitou se deslocar em Marseille. Hoje ela aceita a responsabilidade partilhada do pole Marseille.
– Pela fé, Marie Jo Deniau, Marie Jeanne Fauconnier, Cora, Anne Boton, Cirlene, Iolanda, Mare, Marcia, Debora, Vilma e outras saíram da congregação, se arriscando elas também a uma vida nova, a uma outra maneira de seguir a Cristo, e talvez não deixam de ser fiel a nosso carisma.

– A fé é uma maneira de possuir aquilo que se espera e um meio de conhecer as realidades que não se veem.
– Pela fé, muitas Auxiliares trabalharam como enfermeiras, e através das histórias das comunidades, foram uma presença perto dos doentes e das famílias deles em complemente do trabalho pastoral.

– Pela fé, com meios de comunicação, informação e formação muito precários, as irmãs no Chade souberam aproveitar de suas relações com o clero local, os missionários jesuítas, combonianos, etc. para imaginar e criar, meios para sua formação intelectual e espiritual, seu retiro anual segundo os Exercícios Espirituais.

– Pela fé Marie Monique foi a ecônoma dessa Congregação, sem ter recursos próprios para manter as despesas na época exigidas.
– E na sua idade avançada, doente continuou motivando as formandas do Brasil enviando simples mensagens, mas profundas.
– Pela fé Cecilia  aceitou depois do seu governo vir ao Brasil e começar uma missão desafiante na Pastoral Carcerária.
– É pela fé que Brasil e França com o número reduzido, envelhecendo, mas aprendendo a acolher as diferenças para anunciar Jesus ao mundo custe o que custar.
– Foi pela fé que Inácio de Loyola deixou um grande legado. A oração no silêncio para encontrar consigo mesma, com Deus, o mundo, universo.

– Pela fé, Elisabeth Moreaux, Ana Roy, Tereza Dreyer, muito diferentes umas das outras, tinham em comum uma grande Paixão: Paixão por Jesus e Paixão pelo Povo brasileiro, e um grande senso da justiça.
– Pela fé, Thérèse Serniclay, discreta e humilde, soube viver e comunicar seu amor por Jesus Sacerdote aos doentes da clínica onde trabalhava e às irmãs de sua comunidade.
– Pela fé, Marcelle Delangle em Mâcon, iniciou com diversas jovens um grupo de JOCF e as acompanhou de modo de que cada uma aprendeu a se valorizar e ser feliz de ser quem ela era! assim cresceram no encontro com Jesus Cristo!

– Pela fé em 2000 um grupo de auxiliares aceitou o convite e veio mora em Valença, cada uma com seu jeito, soube ser em diversos lugares sinal de esperança.
– Pela fé, cada auxiliar foi chamada a sair de sua tenta e adentrar na realidade do povo, sendo para eles outro Cristo que ouve os sofrimentos e os clamores
– Pela fé, Mare foi chamada a desafiar a si mesma, tentando vencer seus limites, quebrando barreiras, para poder ensinar o povo Valenciano a proclamar o salmo de outra maneira. (De forma cantada).

– Pela fé, Ana Roy dar formação bíblica a um pequeno grupo de formandas sobretudo, noviças de diversas Congregações. Com muito empenho foi nos ajudando a saborear e entender melhor a palavra de Deus. Deixou um grande legado para a vida religiosa no Brasil. Por que não dizer para a igreja no Brasil. Ajudou muito em tantas assessorias para a CRB em muitos lugares no Brasil e sobretudo, nas assembleias da CRB.
– Pela fé, em Utinga depois de dias viajando para assessorias Ana Roy chegava para acompanhar catequistas da paróquia. Ajudando a cada uma na sua missão. Eu fui uma delas. Não me esqueço dos sábados à tarde, quando ela chegava com seu boca-piu do lado na casa da minha tia onde eu dava a catequese para me visitar e me entregar material catequético e me preparar mais como catequista. Eu tinha 16 anos. Isso ela fazia i com as outras catequistas também. Visitava todas num sábado a tarde.
– Pela fé, Elizabeth Moraux chega a Salvador após tantos anos vivendo no Rio e se lança em meio as fragilidades sobretudo, com a labirintite em apenas dois anos ela se aproxima e acompanha o sindicato das domésticas na Vasco da Gama e se junta à equipe do Cebi. Também em diversas vezes foi comigo encontrar os adolescentes em situação de Rua no Projeto Nova Vida na Baixa do Fiscal. Elizabeth também dá formação para as noviças Vilma e Dilma sobre os Hebreus.
– Pela fé, Renata com muita simplicidade se doa em Wagner à missão da pastoral da criança, aos assentamentos acompanhando de perto os sem voz e sem vez. Acompanha mulheres ajudando no artesanato. Vai a diversos encontros e celebrações com os sem-terra e a pastoral da Criança. Não mede hora do dia ou distância. Ajuda também a preparar a multi-mistura.
– Pela fé, Françoise Vernochet se doa durante dez anos à realidade do povo mais sofrido de Utinga ajudando até mesmo em geração de renda com pequenos projetos como a criação de cabras. Françoise, também ajudou e acompanhou a pastoral da Criança em Utinga.
– Pela fé Jeninne Tendron se doa a Villandière, sempre com grande sorriso e serenidade à visita e permanecia perto dos portadores de necessidades especiais a Macon.
– Pela fé Brigitte Gelin depois de muita doação como secretária de uma paróquia e outras atividades e missões a nível da Congregação se encontra hoje lutando com uma doença precoce que a paralisa e lhe faz distante de uma vida apostólica mais ativa.
– Pela fé, Cecília deixa o Brasil para continuar servindo a Deus a Igreja e a Congregação de uma outra maneira. De acordo com as necessidades do tempo presente para o grupo e a Congregação como um todo. Através dela tantos aprenderam a amar mais pela fé a tantos que estão excluídos na prisão.
– Pela fé, Cristina vem ao Brasil e em pouco tempo se torna muito doente talvez pelo sofrimento diante da dor e miséria do povo.
– Pela fé, Teresa dedica a maior parte dos seus anos no Brasil, ao povo de Pernambuco. Sendo presença simples, discreta e amiga…. Uma presença que os ajudou a olhar o outro lado da vida.
– Pela fé, Bernadette de Saint Nicolas viveu dois anos intensos no Brasil. Com muitas dificuldades, mas, aqui ficou plantadas sementes de cuidado e presença com o povo da paróquia da Santa Cruz.
– Pela fé, muitas superioras gerais e conselheiras tem pisado na realidade do Brasil, para conhecer e experimentar de perto, o que vivem suas irmãs no dia a dia, sobretudo, as que deixaram seu país para doar suas vidas nessas terras.

ETAPA 2

(de Julho a Setembro 2017 na França e no Brasil)

Reler 2013-2018

Releitura pessoal daquilo que foi vivido desde o último capítulo (2013) e colocação em comum em comunidade ou intercomunidade

Lembrando os acontecimentos dos últimos cinco anos (mundo, Igreja, congregação), a missão, a vida comunitária, a minha vida pessoal e familiar:

  • O que me fez caminhar e me faz caminhar? Quando é que apostei numa vida mais forte que a morte e meus limites, ou aqueles da minha comunidade, da Igreja, da humanidade?
  • O que me mantem na saudade do passado? O que me paralisa? Quando é que fui mantida na escravidão por medo da morte? (Heb 2,15)

Qual é a Promessa que estou escutando hoje, para mim, para a Congregação, para a Igreja, para o mundo? Será que tenho o desejo de responder, de me comprometer com ela? Como? Do que estou precisando para continuar o caminho?

 

ETAPA 3

(Dezembro 2017)

Eleger as Capitulares

12 delegadas foram eleitas assim que 2 suplentes. Tem 6 membros de Direito (O conselho e a Mestra de Noviças). Assim terá 18 Capitulares no Capítulo.

ETAPA 4

( de 25 de dezembro ao 1º de Abril de 2018)

Retomar e interiorizar… entrar na oferenda de nós mesmas

Somos convidadas para um tempo pessoal de interiorização e de oração. Cada capitular ou não se dispõe e pede a graça de entrar na Oferta de Cristo, se oferecendo ela-mesma.

ETAPA 5

(da quarta feira de cinzas aos sábado e domingo 22 de abril de 2018)

Entrar na Oferenda de nós mesmas…. Escrever para as capitulares

Redigir algo pessoalmente ou comunitariamente e enviar para as capitulares até a Páscoa 2018.

No Brasil como na França, esta etapa terminará com um encontro nos dias 21 e 22 de Abril, quando tentaremos recolher os grandes assuntos a ser tratados no capítulo.